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Neste espaço pretende a freguesia dar a conhecer alguns aljustrelenses que de forma muito própria nos brindam com o seu saber, as suas capacidades intelectuais, artísticas, culturais, e/ou  profissionais.


Manuel Custódio Alves Severino, nasceu em Aljustrel em 1934.

Aqui aprendeu o oficio de sapateiro, profissão da qual não gostava mas que exerceu algum tempo. Algum tempo depois entrou para a equipa que estava a trabalhar nos estudos da Barragem do Roxo, tendo aí desenvolvido várias actividades, desde porta-mira, fiscal auxiliar das obras dos canais de rega e fiscal de rega até que se aposentou em 1999. Durante alguns anos e porque o seu trabalho assim o recomendava residiu na Freguesia de São João de Negrilhos, onde após o 25 de Abril de 1974, foi eleito Tesoureiro da Comissão Administrativa da Freguesia de São João de Negrilhos, onde exerceu funções até 1976. Hoje aposentado, tem desenvolvido actividade na Comissão de Reformados do Concelho de Aljustrel, onde exerceu diversas funções nos vários Órgãos Sociais.

Publicou já dois livros de poesia popular,  “ Um Sonho que se tornou realidade” em 2007 e  “ Poesia Popular também é cultura” em 2008. Tal como o nome do seu primeiro livro indica, sempre foi um sonho para ele  pôr em livro tudo aquilo que o seu pensamento lhe ditava, as suas vivências, as suas preocupações, as suas alegrias, o que conseguiu graças à sua perseverança, correr atrás de um sonho tornando-o realidade.

Deixamos aqui um pouco do seu trabalho.

QUADRAS LIVRES

I
Eu nunca tinha divulgado
O meu trabalho em qualquer parte
Levei tantos anos calado
Escondendo a minha arte

II
Eu já fui cavador de enxada
Com a enxada de meus pais
Mas a idade já é avançada
Já não posso cavar mais

III
Eu queria um livro publicar
Para deixar recordação
Mas até lá vou trabalhar
Com grande amor e paixão

IV
Era uma prenda para deixar
À pouca família que tenho
Já que não tenho nada para dar
Esta ideia eu mantenho

V…/…
VI…/…

VII
Nesta vida de solitário
A solidão me está matando
Mas levo a cruz ao calvário
Aqui escrevendo e chorando

VIII
Tenho ainda lugar na vida
Como qualquer cidadão
Porque ainda não está cumprida
Toda a minha comunicação

IX…/…
X…/…

XI
Cada um com sua vida
Cada um com seu destino
Eu passo-a muito sentida
Meu nome Manuel Severino

 
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